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Aos artistas espíritas brasileiros

Publicado: Dec 26, 2011 por admin Arquivado em: Noticias

[...] Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: “Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra”, porquanto o Senhor lhes dirá: “Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!” - O Espírito de Verdade (Cap. XX, item 5 – “Os obreiros do Senhor” – O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec.)

Prezados irmãos!

Paz e alegria a todos!
Um novo momento se estabelece para a ARTE ESPÍRITA em nosso BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVENGELHO!
Não poderíamos deixar de destacar aos estimados confrades o momento histórico que estamos vivenciando no que se refere à “validação” e ao “reconhecimento” da Arte Espírita.

 Dirigimo-nos a todos os artistas espíritas do Brasil com o intuito de, além de irmanar a todos, também informar e esclarecer a respeito do texto contendo recomendações sobre Arte Espírita, elaborado pelo Conselho Federativo Nacional da FEB e aprovado na reunião de novembro de 2010, com base em estudos realizados desde 2008. O referido texto poderá ser obtido através do link http://www.febnet.org.br/ba/file/CFN/Arte.pdf.

Devido a dúvidas que nobres irmãos de ideal artístico-espírita têm tido sobre o referido documento, gostaríamos de fazer os seguintes esclarecimentos.

O que é o Conselho Federativo Nacional da FEB (CFN)?
As diversas casas espíritas existentes no território nacional costumam fazer-se representar através de suas respectivas federativas estaduais (por exemplo: Federação Espírita Amazonense, União Espírita Mineira, Federação Espírita do Estado de Sergipe, Federação Espírita Catarinense, etc). São ao todo 26 estados e também o Distrito Federal. Os assuntos de interesse geral dos centros espíritas são levados, por intermédio de suas federativas, até o Conselho Federativo Nacional da FEB (CFN), que se caracteriza, portanto, como uma grande colegiado que reúne as federativas estaduais entre si e a FEB, para tratarem de assuntos estratégicos que visem:

I - unificar e dinamizar o movimento espírita brasileiro;
II - facilitar o intercâmbio, o inter-relacionamento e a discussão de problemas comuns às instituições que o compõem;
III - promover a união, a confraternização, a concórdia e a solidariedade entre as instituições, para que se verifique completa harmonia de propósitos e unidade na divulgação e na prática do Espiritismo.

O CFN realiza reuniões ordinárias anuais no mês de novembro, na sede da FEB, em Brasília.

O que vem a ser o texto contendo recomendações sobre Arte Espírita, elaborado pelo Conselho Federativo Nacional da FEB?
O movimento espírita brasileiro sentiu-se carente de um documento que pudesse nortear as instituições espíritas e os  próprios órgãos de unificação sobre como lidar com a arte dentro do Centro Espírita. Assim, na reunião do CFN de 2008, foi criada uma comissão para estudar o assunto e apresentar propostas de formalização de um documento para avaliação do CFN. Esta comissão foi formada por representantes de federações de diferentes regiões brasileiras e também por representantes da própria FEB, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil e ainda da Associação Brasileira de Artistas Espíritas. Digno de se registrar aqui a abertura do CFN ao possibilitar, já naquele ano de 2008, a participação da Abrarte na referida comissão, haja vista que era a primeira vez que nossa Associação participava da reunião do Conselho e, mesmo assim, foi integrada ao trabalho.

A comissão apresentou na reunião do CFN de 2009 uma minuta do referido texto, que sofreu ajustes, ao longo de 2010, sendo aprovada sua primeira versão em novembro do ano passado. Como se percebe na capa do referido documento, o texto foi aprovado em caráter experimental, o que significa que o mesmo passará ainda por contínuos aperfeiçoamentos. Dilatando nossa visão para um olhar de longo prazo, a Abrarte entende este documento como um primeiro passo para a orientação e consolidação do movimento artístico espírita brasileiro sintonizado com os ideais do movimento federativo. O texto poderá sofrer ajustes, conforme forem chegando novas contribuições daqueles que o estiverem utilizando. O importante a destacar é que, pela primeira vez na história do movimento espírita brasileiro, temos um texto sensibilizando o dirigente dos centros espíritas, demonstrando o valor da arte espírita e sugerindo alguns procedimentos com a arte dentro das instituições espíritas.

Como contribuir com o documento, caso visualizemos necessidade de ajustes ou detectemos discordância de alguns de seus itens?
Toda sugestão será bem vinda e o CFN colocou-se aberto a ajustes que se façam necessários. A Abrarte, por sua vez, também se coloca à disposição dos artistas espíritas brasileiros para colher as sugestões e encaminhá-las para a Comissão de Artes do CFN. 

Qual a participação da Abrarte na comissão?
A Abrarte tem tido a oportunidade de participar do documento através de sugestões, troca de experiências e debate com a comissão. Sabemos que a aprovação final é dada pelo próprio CFN, formado pelas federativas estaduais, através de votação, no qual a Abrarte não tem direito a voto. No entanto, para a nossa alegria, registramos que, a convite da própria Federação Espírita Brasileira, a Abrarte poderá participar das Comissões Regionais do CFN, que são realizadas no primeiro semestre de cada ano. Nestes encontros teremos a oportunidade de estar atuando mais diretamente junto às federativas no que tange à criação e/ou aproximação de comissões de artes de cada Federativa. Isso possibilitará que a Abrarte faça o papel de intermediadora levando o conhecimento, a visão e as dificuldades dos artistas espíritas até as Federativas, e também trazer até os artistas espiritas as dificuldades, desafios e visão das Federativas e Centros Espíritas no que se refere à arte espírita.

A Abrarte manifesta sua alegria por participar deste processo e coloca-se inteiramente a disposição dos artistas espíritas, dirigentes de centros espíritas e dirigentes de federativas para auxiliar neste processo de qualificação da Arte Espírita!

Nando Cordel

Publicado: Dec 26, 2011 por admin Arquivado em: Biografias
Nando Cordel é um cantor, compositor e instrumentista pernambucano, tem suas músicas gravadas por grandes figuras da música popular, como Elba Ramalho, que transformou em sucesso sua primeira parceria com Dominguinhos: “De Volta pro Aconchego”. Sua fama como compositor é bem maior do que como intérprete. Já teve músicas gravadas por Chico Buarque, Zizi Possi, Fagner, Maria Bethânia, Fábio Jr, Martinho da Vila, Fafá de Belém, Ivete Sangalo e outros. Alguns de seus sucessos são “Isso Aqui Tá Bom Demais”, com Dominguinhos, “Hoje é Dia de Folia”, interpretada por Xuxa, e “Gostoso Demais”. Como intérprete, já lançou cerca de 25 discos e uma coleção de 12 cds dedicados a músicas para meditação e relaxamento.

Preocupado com a paz no mundo, apoia várias campanhas e projetos no Brasil. Com uma canção intitulada “A paz do mundo começa em mim”, já participou de várias caminhadas pela paz que somadas já juntaram mais de 500 mil pessoas no Nordeste.

MUSICOTERAPIA

Publicado: Dec 26, 2011 por admin Arquivado em: Artigos

Tratamento através da música não é fantasia; é real

Por Osvaldo Correa

 Como funciona?
A nível psicológico somos influenciados pelos acordes musicais e também pela mensagem contida na letra. Uma vez modificado nosso padrão vibratório mental, nosso organismo se reajusta a nível energético provocando a auto cura e ainda abrindo espaço para que os espíritos superiores possam agir em nosso organismo.
A nível científico, o som musical é transportado por ondas sonoras através da F.C.U., e para entendermos o seu mecanismo de cura é preciso algum conhecimento básico sobre ondas e notas musicais.

Onda possui três características básicas:
a - Comprimento de onda, amplitude de onda e freqüência, quanto maior o comprimento de onda é menor e a amplitude e também a freqüência, conseqüentemente este tipo de onda possui menor VIBRAÇÂO, tons menores indicado para tratamento de pessoas agitadas e nervosas.
b - Quanto menor o comprimento de onda, maior será a amplitude e a freqüência, conseqüentemente terão maior velocidade e poder de penetração, indicado para tratamento de pessoas apáticas, melancólicas ou com baixa vibração.
Por isso, Jesus, dirigindo-se a pessoas aparentemente vivas disse:
Eu vim para que tenham vida, e vida em abundancia (fluido vital).
Por sua vez, as notas musicais possuem tons maiores e tons menores.
Os tons menores são notas com ondas sonoras mais lentas, melancólicas, diminuem a vibração, não é musica para ser ouvida por quem já está abatido, “pra baixo”, baixará mais a sua vibração. Os tons maiores ao contrário são notas mais rápidas, alegres, animadas, aumentam a vibração. Indicado para tratamento de pessoas apáticas depressivas, etc.
Indicamos a seguir argumentos a favor da implantação da música nas casas espíritas.
Questão 251 do L.E. Sensibilidade dos espíritos à música.
a - O espiritismo moralizará os homens e estes então só produzirão boas músicas. Obras Póstumas
b - A musica influencia o progresso moral dos homens. 'Obras Póstumas'
c - A boa música liga o ser ao criador por sua harmonia celeste. O. P.
d - O espiritismo deve orientar aos homens a ouvirem boa música. O. P.
e - O espiritismo depura a boa música. O.P.
f - A influência da música na recuperação de criminosos. Revista Espírita, maio 1864, pág.257.
g - A influencia da música no tratamento de loucos, cretinos e idiotas. 'Revista Espírita'. maio de 1864, pag258.
Além destas recomendações da Codificação de Allan Kardec, Leon Denis, contemporâneo de Kardec, no Livro O Espiritismo na Arte, transcreve as seguintes mensagens dos espíritos O Esteta e Massunes:
1 - A musica é a voz dos céus profundos. Tudo no espaço traduz-se por vibrações harmônicas, e certas categorias de espíritos, não comunicam entre si senão através de ondas sonoras. O Esteta, pág. 79.
2 - A música ocupa lugar considerável nas manifestações de culto que as almas prestam a Deus. O Esteta, pág. 79.
3 - Não há cerimônia religiosa verdadeiramente eficaz e completa sem o cântico. Pág 89
4 - A música influi sobre a saúde física por sua ação sobre os fluidos humanos. Pág 90
5 - O cântico produz uma dilatação salutar da alma, uma emissão fluídica que facilita a ação das forças invisíveis. Pág. 89.
Enfim teríamos que transcrever o livro todo para conseguir falar de todos os benefícios da música.
Para não deixarmos o texto longo, sugerimos aos que amam a música e aos que proíbem a música nas casas espíritas à leitura deste livro O Espiritismo na Arte de Leon Denis.
Em nossa casa, (www.alvoradanova.org.br) verificamos na prática os seguintes benefícios:
a - A harmonia do ambiente, antes, durante e depois dos trinta minutos de musicoterapia, é sentida não só por nós os trabalhadores da casa como por todos os que nos visitam, como sendo dos mais elevados.
b - A recuperação da harmonia físico-espiritual dos atendidos que nos procuram se processa de maneira rápida e eficaz.
c - Como as pessoas que ouvem as músicas espíritas podem acompanhar cantando com voz suave e menos altura que o cantor ou cantora, há neste momento salutar intercambio de energias entre todo o grupo.
d - Em nossa casa não temos placas dizendo: "SILÊNCIO" ou "O SILÊNCIO É UMA PRECE". Mesmo sem a música em alguns intervalos o silêncio é respeitado.

MÚSICA SEGUNDO O ESPIRITISMO

Publicado: Dec 26, 2011 por admin Arquivado em: Artigos
 Todo livro de autoajuda que se preze tem entre suas receitas de bem-estar o preceito de se usufruir da boa Música, pois esta não é uma criação humana, mas sim uma dádiva divina: a arte musical terrena é uma singela representação da música celeste, tal como o brilho lunar refletido numa lagoa não é a lua.

Harmonia é uma aptidão inerente ao Espírito — a todos os Espíritos — parelho ao instinto de progressão que nos instiga a evoluirmos sempre. Tal é o seu préstimo.
Toda a criação é uma sinfonia. A manutenção do Universo idem. O rugido do solo terreno, o chio da água, o estrondo retumbante do trovão, o gorjeio dos pássaros... Tudo isso é uma canção natural. Até o silêncio — que não deixa de ser um elemento musical — é peça sonora. Logo, Deus, o Grande Autor, é outrossim o Grande Compositor e Maestro da canção universal.
Antes que a raça humana desenvolvesse a escrita e a fala, a intuição materna já havia desenvolvido a canção de ninar, com modestos solfejos a embalar suas crias no colo, com a mais pura autenticidade. Observando a Natureza o homem aprendeu a cantar e a ritmar. No eco vindo das cavernas, encontrou os primeiros efeitos especiais, ainda no primitivismo. E por que queriam agradar aos seus deuses, nossos ancestrais elegeram a Música como o mais sublime tributo e meio de oblação, aquilo que melhor poderiam dar aos seres superiores. Assim nasceu o gênero sacro. A profanidade musical surgiu quando os reis da terra recobraram para si o status de divindade. A Música deu vida aos aedos e trovadores, e no curso de seu alargamento assumiu feições emotivas com o romantismo até se vulgarizar, para quebrar o atavismo da exclusividade do elitismo, achando-se atualmente numa miscelânea tal, que ora encanta, ora espanta.
Mas o que é a Música, afinal?
Nem mesmo os grandes mestres desta arte na Terra ousaram circunscrever o seu conceito: “Música não é para ser explicada, mas para ser sentida!” — concorda a maioria. Sendo de ordem metafísica, o homem não poderia, logicamente, explicá-la.
Certa vez, porém, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, sob a regência do egrégio Allan Kardec, ocupou-se desta temática, compreendendo que a Música, genuinamente de natureza espiritual, deva ter uma aplicação transcendental e não meramente para entretenimento terreno — embora seja legítimo este emprego. E para aqueles eminentes estudiosos fez-se presente, mediunicamente, o Espírito de Gioachino Antonio Rossini, que em vida foi renomado compositor de obras-primas (tais como “A Cinderela”, “O Barbeiro de Sevilha” e “Guilherme Tell”). Este se pôs a debruçar-se sobre a interpretação espírita à Harmonia, da qual ora colocou-se humildemente na condição de singelo aprendiz. (vide capítulos “Música Celeste” e “Música Espírita”, ambos em OBRAS PÓSTUMAS, Allan Kardec)
Não é que haja música na espiritualidade, mas que A Música é do mundo dos Espíritos — afirma Rossini — e esta é sem comparação — acrescenta. As entidades elevadas que dominam a técnica musical a produzem por ação direta com o fluido cósmico, cujas vibrações penetram no âmago dos seres e se confunde com a prece, glorificando a Deus e levando ao êxtase aqueles que são capazes de concebê-la. Tal configuração ressoa no éter de maneira que nenhum instrumento humano jamais será capaz de imitar ao menos aproximado.
Rossini continua sua interpretação comparando a Música a uma ponte: é uma espécie de médium que transmite a harmonia do compositor aos seus ouvintes. A essência, portanto, é a Harmonia, carregamento de sentimentos daquele que a compõe. A música é posta a serviço desse sentimento para tentar reproduzir as mesmas sensações do compositor àquele que ouve. Uma canção está sempre emoldurada de parte do conteúdo daquele que a produziu. O ouvinte, consciente ou não, absorve esse contento. A boa criação musical é uma carta de amor que encantará àquele que a ler. Em contrapartida, a composição vulgar esparge o perfume da malícia, do rancor, da desonra. Ela sobrecarrega seu receptor e infama o Pai Celeste. A música entoa aquilo que ao coração preenche.
Se em nosso orbe essa carga de sentimentos de que se compõe uma música pode ser falseada ou mal reproduzida, no mundo espiritual isso não é possível, pois a transmissão é de alma para alma, sem auxílio de instrumentos rudes e limitados. Os Espíritos musicam o composto exato daquilo que são.
Se de um lado da ponte está o artífice da obra harmônica, do outro está o ouvidor. Este se enleva com a qualidade da obra conforme seu estágio evolutivo. E escutar não constitui simplesmente um ato passivo, mas é, além disso, ressoar na mesma faixa de vibração — positiva ou negativa — tal qual uma câmara de eco. O gênero, por conseguinte, serve como um dos parâmetros para graduar os indivíduos, fazendo valer esta versão de um anexim: Diz-me que música tu ouves que te direi quem és.
Rossini atentam-nos para a importância da música espírita, como utensílio de elevação individual e coletiva. Seja de teor doutrinário ou de louvação, ela há de alavancar sentimentos mais nobres na humanidade. O Espírito de sutis percepções — dado seu atraso moral e intelectual — por vezes é tangido pela harmonia, levado ao cume de uma satisfação — ainda que não a compreenda completamente — e, de volta à realidade, sente em seu imo o almejo por subir novamente ao monte prazeroso. Este o efeito terapêutico de que a Música é capaz, e que nos reporta a um episódio bíblico, contado no primeiro livro de Samuel, em que Saul, o rei déspota do povo hebreu, atormentado por angústias oriundas de seus distúrbios morais, experimentou o efeito revigorador produzido pelos sons tocados em uma harpa pelo menino Davi, que mais tarde se tornaria o mais memorável dos reis de Israel e a quem se imputa o título de mediador do livro dos Salmos.
Eis o instinto natural ao progresso imprimido na alma de todo ser inteligente. Assim, a música espírita é uma mola propulsora para o melhoramento individual. Ela projeta o oásis prometido às almas e nos incita a caminhar nesse rumo.
A descrição acima veio de um indivíduo, Gioachino Rossini, mas foi corroborada pelos Espíritos Superiores que acercaram o altivo codificador espírita e o mencionado grupo de estudos, autenticando assim a tese em nome do Espiritismo.
Visto que a música é uma das incumbências dos Espíritos, cuidemos de nos qualificar nessa matéria, começando pela triagem do que ouvimos, caminhando para a mediunização musical (reprodução das composições) até topar a sublime aptidão para a composição.
Espíritas, patrocinem a música espírita, ouçam, componham, toquem e cantem músicas espíritas. Mas que ela seja ato de caridade da parte do músico espírita, tal como na mediunidade, sem benefícios financeiros ou privilégios individualistas.
Mães, embalem seus filhos no colo e cantem para eles!
Homens, enfileirem-se com a orquestra da Natureza.

Por Ery Lopes


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